sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

4 EXEMPLOS DE EMPRESAS SUSTENTÁVEIS DE SUCESSO NO MUNDO PARA INSPIRAR E TRAZER MAIS RETORNO AO SEU NEGÓCIO


Existem empresas sustentáveis que atuam nos setores que ocupam os primeiros lugares do ranking dos mais poluentes do mundo.
Essas empresas estão ganhando destaque pelas iniciativas de converter esse quadro e promover uma produção mais alinhada com a preservação ambiental.
O que mais se ouve sobre a indústria da moda, por exemplo, é de ser uma das que mais impactam o meio ambiente.
Ou então podemos citar o desmatamento para construção de hidrelétricas. Sem contar a produção de plástico e consumo de energia das indústria de cosméticos, tecnologia e  alimentação.
Como empresas desses setores estão se tornando cada vez mais ecológicas?
geração de energia solar é uma das grandes protagonistas na transformação de empresas cada vez mais sustentáveis em relação à produção de energia limpa.
O posicionamento de criar uma cultura organizacional consciente do seu papel social e de sua enorme responsabilidade na preservação ambiental tem um impacto direto nas demandas mundiais por mais empresas “verdes”.

Por exemplo, você já ficou sabendo das iniciativas da Apple para ser a empresa mais sustentável do mundo?

EMPRESAS SUSTENTÁVEIS DE TECNOLOGIA

Em 2017, o relatório do Greenpeace que avaliava as principais empresas de tecnologia do mundo com ações de preservação ambiental, deu à Apple o prêmio de empresa sustentável mais “verde” do mundo.
A pesquisa também mostrou que o setor de TI consumia mais de 7% da energia mundial na época. A expectativa é que para 2020 o tráfego de internet triplique.
Esse aceleramento no consumo de internet e tecnologia engajou as empresas, segundo o relatório do Greenpeace, a darem grandes saltos de sustentabilidade para manter o crescimento do setor de uma maneira mais ambientalmente correta.
Em 2017, o Google se comprometeu a operar 100% com energia renovável e a Apple garantiu que em sua nova sede seriam 65 mil metros quadrados de painéis solares.
Já em abril de 2018, a Apple divulgou em seu site que estava atuando com 100% de energia por fontes renováveis no mundo todo!
A empresa da maçã foi além e disse que em suas instalações, incluindo lojas da Apple, escritórios, data centers e instalações compartilhadas em 43 países já estavam trabalhando 100% com energia limpa.
São 25 projetos de energia renovável, totalizando 626 megawatts de capacidade de geração de energia, sendo 286 megawatts provenientes só da geração de energia solar fotovoltaica no ano de 2017. Incrível!
É importante dizer que o Google também tem realizado seus esforços para amenizar os impactos ambientais em relação ao consumo de energia e entrar pro ranking das maiores empresas sustentáveis do mundo.
No blog da empresa, o vice-presidente sênior do Google anunciou que eles conseguiram alcançar a meta de compensar 100% de todo uso de eletricidade com energia renovável.
Como? Eles fecharam contratos para construção de parques eólicos e campos de energia solar para igualar o consumo de energia elétrica.
Outra sacada da gigante de buscas da internet foi o desenvolvimento de um aplicativo interativo, o “Your Plan, Your Planet”, para incentivar as pessoas a terem hábitos mais sustentáveis.
O aplicativo analisa os seus hábitos de consumo de água, energia e alimentos, e mostra como é possível diminuir o desperdício.
A ferramenta pode avaliar seus impactos no ambiente, em relação à energia, analisando por quantas horas você deixa as luzes acesas e o quanto de energia anual você consome.
Será que você consegue imaginar o quanto você conseguiria economizar se gerasse sua própria energia?

EMPRESAS SUSTENTÁVEIS DE BELEZA E COSMÉTICOS

A demando do consumidor por produtos mais “verdes” só aumenta, e não há como negar a força que os produtos de beleza ganharam ao deixar mais transparente seus processos de produção e apresentar alternativas mais compatíveis com a preservação ambiental. Um exemplo disso é a indicação em suas embalagens sobre o teste em animais.
Podemos ainda relacionar com a exploração de matérias-primas, o consumo de água  e de energia, e o acúmulo exagerado de embalagens plásticas que são descartadas sem aproveitamento.
Mas, aos poucos este cenário está mudando e já temos neste ranking de empresas sustentáveis posições de destaque para algumas empresas brasileiras no ramo de cosméticos.
Você conhece a Bio Extratus? Uma empresa 100% brasileira que se tornou auto sustentável em geração de energia em 2016.
A Bio Extratus produz cosméticos naturais há anos e, em 2016, foi ganhadora do Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade , cujo tema era “ “Mudanças Climáticas – qual a sua contribuição?”
O prêmio foi garantido exatamente pela instalação de um sistema de geração de energia solar fotovoltaica em toda a sua planta industrial.
Segundo a empresa, com o projeto, batizado de Sol Nascente, ela deixou de usar uma quantidade de energia proveniente de hidrelétricas equivalente ao consumo de 11,45% das casas do município de Alvinópolis, região onde a empresa está localizada.
Como a sustentabilidade vai muito além do uso de energias renováveis, outras ações também contribuem para construir uma verdadeira cultura organizacional de preservação do meio ambiente, e neste quesito, temos uma campeã brasileira aparecendo no ranking de empresas ecológicas do mundo. A Natura.
Em janeiro de 2018, aconteceu na Suíça o Fórum Econômico Mundial, onde foi feita a divulgação das maiores empresas verdes do mundo daquele ano. Os principais fatores de análise foram: consumo de energia, emissão de carbono, produção de lixo e de ar limpo.
A Natura já aparecia no ranking das maiores empresas sustentáveis no mundo mas, ano passado, subiu 5 posições e ocupa hoje o 14ª lugar.
Isso foi graças a suas ações de uso sustentável dos recursos naturais da Amazônia, já que 80% dos seus produtos tem origem vegetal.
Em 2010, a Natura substituiu o polietileno convencional, substância presente na maioria dos plásticos, por polietileno verde, feito com cana-de-açúcar, fonte renovável e menos agressivo para o meio ambiente.
Lançada em 2013, a linha “Sou” da Natura é desenvolvida com embalagens com 70% a menos de volume de plástico. E em 2017, os produtos da linha “Ekos” foram envasados e embalados com base no reaproveitamento de 6 milhões de garrafas PET e mais 48 mil toneladas de papel.
E se a Natura faz uso de energia solar? Neste quesito a Natura inovou entre as empresas verdes e criou ainda um projeto social de uma ONG chamada “SOLCIAL”.
Com esta ideia a Natura ultrapassa as fronteiras da cultura interna de sustentabilidade e promove impacto social através da ONG, dedicada a viabilizar a instalação de equipamentos de energia solar fotovoltaica em instituições filantrópicas.
Outra companhia mundialmente reconhecida na indústria de cosméticos, e que acabou de inaugurar em Junho de 2018 a 2º maior usina de energia solar fotovoltaica do estado do Rio de Janeiro, é a Loreal Brasil.
A empresa ainda tem a meta, até meados de 2019, de instalar um sistema de painéis solares de dimensões maiores na sua fábrica de São Paulo.
No site brasileiro oficial da empresa, Gerald Vincent, Diretor de Propriedades e EHS da L’Oréal Brasil, explica a escolha por energia solar fotovoltaica e o compromisso de integrar o time de empresas sustentáveis:
“Escolhemos a energia solar porque é abundante no Brasil e é a que gera menor impacto ao meio ambiente. A produção não gera emissão de carbono e nem resíduos em sua operação”.
Segundo a empresa, com 2.400 m² de extensão, os painéis solares do Centro de Pesquisa & Inovação têm um impacto equivalente a 26 mil árvores plantadas e evitará a emissão de mais de mil toneladas de CO2 na atmosfera no período de 25 anos, tempo de vida útil das placas.
O novo sistema gerará 40 mil kWh por mês, o que representa o consumo mensal de aproximadamente 270 casas, e será responsável por 20% de toda a energia utilizada no campus, inaugurado em 2017.

EMPRESAS SUSTENTÁVIES ATUANDO NA MODA

O setor têxtil deu o que falar nos últimos anos quando o assunto é produção e consumo sustentáveis. Empresas verdes neste setor são um dos maiores desafios para a preservação do meio ambiente.
Mas já podemos mencionar algumas empresas que estão mostrando que é possível sim alinhar moda com sustentabilidade.
Saitex, é o nome de uma fábrica têxtil especializada em jeans localizada no Vietnã. E o que ela representa?
Ela é a fornecedora de grandes marcas, como Ralph Lauren, Calvin Klein e Tommy Hilfiger e foi considerada a fábrica de jeans mais sustentável do mundo!
A operação recicla 98% de toda a água utilizada na produção e no tingimento do tecido, produtos que tornariam a água totalmente contaminada.
A Saitex entrou como campeã das empresas ecoeficientes em atividade na indústria da moda, não apenas pela reciclagem da água, mas por todo o seu processo de produção pautado na sustentabilidade.
A fábrica é movida a energia solar, possui geradores de biomassa, instalações com painéis de luz natural no teto e não gasta nem 1 litro de água para fabricar uma calça jeans, diferente do processo tradicional que utilizaria pelo menos 80 vezes a mais de água sem gestão de resíduos.
É a única da região a ter a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) do Conselho de Construção Verde dos EUA.
No Brasil, muitos empresários abraçaram a idéia de moda sustentável e produzem suas roupas em baixa escala, com tecidos sustentáveis, matéria prima reciclada e levantam a bandeira do slow fashion, termo cunhado em 2004 e que engloba tais práticas.
A Camisas Polo Salvador, uma pequena fábrica de camisas na Bahia, conquistou o Selo Verde Ouro de sustentabilidade.
Primeiro pelas suas instalações, que consome cerca de 4 mil quilowatts/hora, e tem todo esse consumo atendido por 98 placas solares fotovoltaicas, que ainda geram energia excedente. O investimento no sistema foi iniciado em 2014.
Além disso, segundo o seu fundador, os processos produtivos estão totalmente associados à sustentabilidade e boas práticas ambientais, englobando:
  • Lâmpadas de LED;
  • Sensores de presença elétricos;
  • Sistema de reaproveitamento da água da chuva nos banheiros;
  • Bicicletário para os funcionários;
  • Cadeiras ergonômicas;
  • Embalagens biodegradáveis;
  • Doação de retalhos.
No Brasil, é a primeira indústria de pequeno porte a ter 100% de suas necessidades atendidas pela energia solar fotovoltaica.
Mas, quando o assunto é moda sustentável, nada mais se resume às empresas sustentáveis de pequeno porte.
A C&A, uma das empresas de moda de varejo mais conhecidas do Brasil, investe em matérias-primas e instalações sustentáveis bem antes de empresas verdes virarem pauta no mercado de moda.
Ela dedica um site inteiro para falar sobre sustentabilidade, possui uma loja Eco em Porto Alegre desde 2009, primeira loja do varejo de moda do Brasil com o selo LEED. Você até pode agendar uma visita para conhecer as instalações da C&A Eco.
Em Maio de 2018 a marca lançou uma campanha Global 100% voltada para sustentabilidade e ainda explicou seu objetivo: A C&A quer ser a empresa de varejo de moda mais sustentável do mundo!
Para 2020, a sua meta global é que 100% dos produtos de algodão sejam feitos de algodão produzido de maneira mais sustentável e que 67% de todos os produtos sejam feitos com material mais ecológico.
O meio ambiente agradece e deixa a C&A entre as empresas verdes mais engajadas no setor de moda e varejo.

Empresas sustentáveis em produção de energia elétrica

Um destaque entre as empresas ecológicas vai para a iniciativa de produção de energia elétrica a partir da tecnologia fotovoltaica da empresa argentina Mercado Livre.
A sede da empresa no Brasil possui a maior usina solar construída em telhado do país!
Localizada na cidade de Osasco, o projeto fez parte da estratégia de promover sustentabilidade por meio da instalação de:
  • Duas mil placas fotovoltaicas em 4,7 mil metros de telhado ✔
  • Instalação de 2.800 lâmpadas LED ✔
  • Reaproveitamento da água da chuva para irrigação dos jardins e abastecimento das bacias sanitárias ✔
  • Todo carpete foi feito a partir de produtos reciclados para substituir as tradicionais opções de revestimento de piso para os postos de trabalho ✔
Outra grande empresa que apresentou iniciativas voltadas para a sustentabilidade é a Claro Brasil, companhia que representa também as empresas Embratel e NET.
A previsão da empresa é de diminuir a emissão de mais de 100 mil toneladas métricas de gás carbônico, o que equivale à remoção de mais de 400 mil carros das ruas.
Como ela pretende fazer isso? Usinas de energias renováveis!
O programa Energia da Claro tem o objetivo de cobrir 80% do que a empresa utiliza em suas operações em todo o Brasil, mais de 600.000 MWh/ano.
Seu primeiro complexo de usinas já foi inaugurado nas cidades de Várzea de Palmas e Buritizeiro em Minas Gerais, e representa a maior operação solar dedicada a uma empresa.
O complexo ocupa uma área de 45 hectares e irá gerar energia equivalente ao consumo de uma cidade de 250 mil habitantes.
Em 2018, está prevista a inauguração de mais 20 parques solares, quatro parques eólicos, seis usinas de Biogás e três de cogeração qualificada.
Outras iniciativas como iluminação com lâmpadas de LED, gestão integrada de temperatura e reaproveitamento de água da chuva em suas instalações faz com que ela entre para o time das empresas ecoeficientes em energia elétrica.
Viu como é possível pensar em estratégias de reversão de um sistema altamente poluente para outro que esteja compatível com as necessidades atuais de preservação ambiental?
Isso não precisa partir apenas de grandes empresas, você também pode repensar a rotina do seu negócio, no tipo de lâmpadas, no descarte correto de lixos e embalagens.
Sem contar que a instalação de placas fotovoltaicas de energia solar é um verdadeiro investimento não só em sustentabilidade, mas também na redução drástica dos custo com energia elétrica.
Por: Blue Sol

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

EMPRESÁRIO INVESTE EM ENERGIA SOLAR E ECONOMIZA R$ 44 MIL EM 2 ANOS


Ademar Menezes, engenheiro agrônomo e pequeno empresário na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, sempre teve uma revolta com o país em que vive quando o assunto é energia elétrica.
Ele nunca conseguiu entender como, em um país com grande oferta e variedade de fontes naturais para geração elétrica, o valor da conta de luz ficava mais caro a cada ano.
“A gente vê na Europa, país com bem menos luz do sol que o Brasil, aqueles painéis solares para geração elétrica espalhados por todo lado, e eu pensava: como que não podemos usar isso aqui no Brasil”.
Com duas pequenas empresas, uma farmácia de manipulação e uma indústria de chá e temperos, Ademar sentia no bolso o peso que a conta de luz tem sobre o orçamento. “Achava um absurdo uma pequena farmácia gastar R$2.500, R$2.800 de eletricidade.”
O empresário sabia que algo precisava ser feito para mudar essa situação e foi em 2016 que ele soube sobre a legislação em vigor da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), que permite aos consumidores instalar os sistemas de energia solar e conectá-los a rede elétrica, um segmento em pleno crescimento no país, com mais de 53 mil geradores e projeção de 1,37 milhão até 2027.
Ao conhecer o sistema de créditos energéticos criados para o segmento e a possibilidade de economia de até 95% na conta de luz, Ademar soube que havia encontrado a solução para o seu problema. “Após a visita a uma empresa de energia solar, fazendo as contas eu vi que aquilo era extremamente viável nos dias de hoje”.
Foi em agosto de 2016 que Ademar teve instalado o sistema em sua farmácia, além de outro que adquiriu para a sua casa.
A ansiedade para receber a primeira fatura era grande: “Quando chegou, nossa! De R$350 que pagava na minha casa, veio para R$35. Na farmácia agora pago R$500 de energia.”
“Hoje eu estou extremamente satisfeito. Quando vem a conta eu saio brincando e mostrando para todo mundo. Os funcionários da farmácia, quando olham as contas, eles ficam doidos.”, conta animado o empresário.
Os sistemas estão em pleno funcionamento e apenas no começo da sua vida útil, que é de 25 anos. Somente na farmácia, a economia até agora foi de R$44 mil. Após anos de angústia, energia elétrica para o Ademar agora é só motivo de alegria.
“Agora, quando está aquele solzão, eu falo: Opa! Pelo menos agora nós estamos ganhando com isso, é como se tivesse alguém trabalhando e gerando riqueza pra gente. Meu sistema já está com 3 a 4 anos, foi o melhor investimento que fiz na vida.”

O QUE QUER DIZER MPPT?


A escolha do controlador de carga para um sistema fotovoltaico costuma provocar uma série de dúvidas em boa parte das pessoas.
Afinal, qual deve ser a melhor escolha? Se você também tem essa dúvida, não se desespere. Nos próximos parágrafos vamos apontar os conceitos e principais diferenças entre as tecnologias MPPT e PWM. Acompanhe!
Controladores de carga para sistema fotovoltaico – Conceitos
  • MPPT: é a sigla para o termo em inglês para maximum power point tracking – em português: Rastreador de Máximo Ponto de Potência.
  • PWM: é a sigla para o termo em inglês para pulse width modulation – ou Modulação por Largura de Pulso.
No caso dos sistemas fotovoltaicos off-grid, ou seja, aqueles que fazem uso de baterias, o ponto chave é observar a corrente de potência máxima do painel/módulo solar para que ela não exceda a corrente máxima de capacidade do controlador de carga.
O que acontece é que nos controladores de carga convencionais, aqueles do tipo PWM, o módulo solar não oferece alimentação para a bateria a partir de seu estágio de potência máxima (MPP), com isso, o sistema acaba perdendo energia.
Por outro lado, os controladores de carga que utilizam a tecnologia MPPT trabalham o ponto de máxima potência. O resultado disso é um ganho significativo de eficiência, algo que gira em torno dos 30%.
Outro aspecto importante a ser considerado no caso dos sistemas médios e grandes, é a redução em relação ao custo do sistema. O motivo é simples: serão necessários menos módulos/painéis para que seja gerada a mesma quantidade de energia.
Se você já se decidiu por qual módulo ou painel usar e optar pela utilização do controlador de carga com a tecnologia MPPT, o seu sistema terá relativo ganho de eficiência quando comparado com a eficiência de um PWM, da mesma forma como apontamos anteriormente.
É preciso lembrar que o controlador PWM costuma ter preços mais em conta em relação ao controlador MPPT. Porém, e essa é a parte mais importante, o controlador MPPT é capaz de otimizar o painel fotovoltaico de tensão e, com isso, é possível produzir uma quantidade de energia maior em relação ao PWM.
Basicamente, dois pontos que sempre devem ser avaliados são:
  1. O número de células que integram os painéis fotovoltaicos
  2. A capacidade da tensão do banco de baterias que se pretende carregar
Detalhando um pouco mais sobre os controladores MPPT, ele tem a capacidade para atuar sobre a voltagem de entrada de forma que seja promovida a otimização e, como consequência, o que temos é o maior aproveitamento da energia.
Entec Solar
Se você está planejando obter um sistema fotovoltaico e ter acesso a todos os benefícios desse recurso sustentável, conheça a Entec Solar, que oferece soluções economicamente viáveis e sustentáveis. A Entec possui uma equipe especializada em manutenção, instalação e fornecimento de energia fotovoltaica. Além disso, por meio do Programa de Capacitação de Energia Solar Fotovoltaica, profissionais podem se capacitar nesse segmento que está em pleno crescimento no mercado. Clique aqui e saiba mais ou entre em contato: 41 3209 3101.

Por: Entec Solar Brasil

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

COMO FUNCIONAM OS MÓDULOS FOTOVOLTAICOS


A produção e a utilização das energias renováveis, especialmente a energia solar, têm crescido muito nos últimos tempos dentro e fora do Brasil.

A produção e a utilização das energias renováveis, especialmente a energia solar, têm crescido muito nos últimos tempos dentro e fora do Brasil. Uma das razões para esse crescimento é a redução nos preços dos equipamentos como os módulos fotovoltaicos.
Você sabe como funcionam as placas fotovoltaicas e como acontece a conversão de energia solar em eletricidade? No artigo de hoje, nós falaremos mais sobre este assunto e tiraremos todas as suas dúvidas.
Como funcionam os módulos fotovoltaicos?
A produção de energia solar é mais simples do que se imagina. O painel solar possui um conjunto de células fotovoltaicas, que são feitas de materiais semicondutores, como o silício – um com carga positiva e outro com carga negativa. Essas células são bastante sensíveis e capazes de absorver a energia solar.
Durante essa absorção, as partículas da luz do sol e os fótons cruzam com os átomos das células fotovoltaicas. Esse encontro faz com que os elétrons mudem de lugar, gerando a eletricidade.
É por esse motivo que a energia solar é considerada uma energia limpa. Ela não causa nenhum estrago ao meio ambiente, não depende de combustíveis fósseis e não deixa resíduos. Os equipamentos estão se tornando mais acessíveis e não exigem manutenção constante.
E, melhor ainda, a fonte da energia é um bem natural, renovável, diário, gratuito e presente em todo o mundo que é a luz do sol. Por isso, a energia solar tem se tornado um dos maiores setores de investimento dos últimos tempos.
A energia é transformada em calor ou eletricidade?
Depois do encontro entre as partículas solares e as partículas das células fotovoltaicas, a energia solar é transformada em energia e não em calor. O fóton de luz incide sobre a célula do sol o que gera uma tensão e, por fim, a corrente elétrica é produzida. É assim que a energia elétrica é liberada quando um eletrodoméstico é ligado na tomada.
É uma transformação que até parece mágica, mas que é perfeitamente explicada pela ciência. A energia gerada por ser utilizada das mais diferentes formas com destino às grandes usinas e estabelecimentos industriais assim como pode ser usada em residências e comércios pequenos.
Como é feita a montagem dos módulos fotovoltaicos?
Outra dúvida muito comum entre as pessoas que se interessam pelo assunto é a montagem do painel solar e suas placas. As células fotovoltaicas são placas individuais conectadas por uma faixa bem fina, de cima para baixo, formando um circuito.
Este conjunto de células é revestido por uma lâmina de vidro temperado. Antes disso, o vidro recebe tratamento para se tornar antiaderente e antirreflexo. O vidro temperado é resistente às intempéries climáticas como chuva de granizo, garantindo a vida útil do painel. A moldura do vidro é feita de alumínio.
Na parte de trás do painel ficam os condutores derivados da caixa de junção. Eles são responsáveis pela ligação e comunicação da série de painéis solares. Este conjunto de painéis é ligado ao inversor solar através de cabos de corrente contínua. A partir daí a energia solar é convertida em energia elétrica.
As pessoas estão percebendo que podem deixar de ser apenas consumidoras para se tornar também produtoras de energia limpa. Além de garantir economia na conta de energia no final do mês, produzir energia solar é uma fonte de renda em crescimento no país.
Que tal se capacitar e começar a trabalhar no ramo de energia renovável, setor em alta no mundo todo? Na Entec Solar, você pode garantir a sua vaga no Programa de Capacitação de Energia Solar Fotovoltaica e se preparar para atuar numa das áreas mais promissoras do mercado.

Por: ENTEC SOLAR BRASIL

sábado, 12 de janeiro de 2019

FIQUE DE OLHO NO MERCADO DE ENERGIA RENOVÁVEL PARA 2019

Consumir energia 100% limpa é o jeito mais eficiente de compensar as emissões de CO2.


Energia renovável, energia alternativa ou energia limpa são três nomes possíveis para qualquer energia obtida por meio de fontes renováveis, que não geram grandes impactos ambientais negativos. Consumir energia 100% limpa é o jeito mais eficiente de compensar as emissões de CO2.
A fonte de energia mais usada ainda é o carvão, com o consumo mundial de mais de 28% contra quase 13% de energias renováveis. As Energias renováveis deverão dobrar seu crescimento até 2050 devido o baixo custo das baterias de armazenamento segundo a (BNEF) Bloomberg New Energy Finance. No Brasil, naturalmente, há uma margem predominante de energia renovável devido às hidrelétricas, apesar do crescimento de termelétricas por combustíveis fósseis.
O setor de energias renováveis está sendo fortemente beneficiado desde a publicação da regulamentação normativa RN 482/12, que permite que qualquer sistema conectado à rede possa gerar sua própria energia e trocar créditos com a distribuidora de energia. Com isso, as pequenas empresas ganharam a chance de aumentar a procura pelos seus serviços e expandir seus negócios. Veja as cinco tendências no setor para 2019.
1 – Armazenamento por Baterias
As perspectivas deste ano são as primeiras a destacar o enorme impacto que a queda nos custos das baterias terá no mix de energia nas próximas décadas. A BNEF prevê que os preços da bateria de lítio-íon, que já caíram cerca de 80% por megawatt-hora desde 2010, continuarão a cair à medida que a produção de veículos elétricos aumente, ao longo dos anos 2020.
2 – Aumento da necessidade de energias renováveis no País
Quando se fala em energia renovável, o Brasil é visto como um país que dispõe de diversas oportunidades. A matriz energética brasileira possui uma grande diversificação, já que o país consegue produzir energia limpa a partir de diversas fontes e inseri-las aos poucos na matriz elétrica.
A vantagem brasileira para os países desenvolvidos é que, enquanto são obrigados a aumentar a participação de fontes renováveis disponíveis, o Brasil, por sua diversificação de fontes limpas, só precisa complementar a matriz elétrica com elas e aproveitar a potência dos recursos naturais oferecidos. Dessa forma, abre-se oportunidade de mercado para empresas que queiram adequar seus produtos e serviços para o fornecimento voltado para a cadeia da energia.
3 – GN (Gás Natural)
O gás tem um futuro mais promissor. O papel do gás no mix de geração evoluirá, com aumento na construção e utilização de usinas elétricas, para proporcionar suporte para as energias renováveis, em vez de produzir a chamada eletricidade de carga base ou contínua. A BNEF estima que a geração a gás terá um aumento de 15%, entre 2017 e 2050, embora sua participação na eletricidade global caia de 21% para 15%.
4 – Transporte eletrificado
O crescimento do setor de transportes elétricos também influenciará o tabuleiro energético mundial, representando 9% da demanda total até 2050. Com base em outro estudo da BNEF, o Electric Vehicle Outlook, os veículos elétricos representariam 28% das vendas globais de carros novos até 2030 e 55% até 2040. Os ônibus elétricos devem dominar seu nicho, alcançando 84% de participação global até 2030.
5 – Indústria do carvão
As perspectivas para a indústria do carvão não são nada animadoras. O estudo estima que a queima de carvão nas usinas cairá 56% entre 2017 e 2050. Para os analistas da BNEF, essa queda oferece uma projeção mais otimista para as emissões de carbono do que o relatório do ano passado. O estudo prevê um aumento das emissões globais do setor elétrico de 2% em 2017 para um pico em 2027 e depois uma diminuição de 38% em 2050.
No entanto, isso ainda significaria que o setor energético global não cumpriria sua parte do esforço de manter os níveis globais de CO₂ abaixo de 450 partes por milhão, considerado suficiente para limitar o aumento da temperatura média global a dois graus centígrados e evitar as piores previsões das mudanças climáticas.
Tendo isso em vista e aproveitando os recursos naturais de energia limpa que nosso país oferece, abrimos os leques para novas oportunidades com as fontes de energia solar, permitindo criar negócios com pouco investimento em comparação com o custo de pagar uma conta de luz no final do mês e, ainda gerar um fonte de renda por ter um fornecimento de energia, seja em uma residência ou empresa.
Pensando nisso, a Entec Solar disponibiliza, desde cursos e treinamentos, a instalações de sistemas de energia solar fotovoltaico para você se tornar um especialista e conquistar o seu espaço no mercado de trabalho. Com uma tecnologia chamada de sistema Entec on-grid, é possível o compartilhamento de energia elétrica com a rede local da concessionária por um meio de um contato. Assim, é contabilizada tanto a energia consumida como a enviada para a rede.

Por: Entec Solar Brasil

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

SAIBA MAIS SOBRE BANDEIRA TARIFÁRIA

O sistema de bandeiras indica se a energia estará mais cara ou mais barata.



Em tempos em que a conta de luz pesa cada vez mais no bolso dos consumidores finais, muitos procuram compreender um pouco mais sobre como funciona a cobrança. Um dos aspectos a ser entendido é o “sistema de bandeiras” tarifárias. Neste artigo veremos como ele funciona.
Criado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o objetivo do sistema de bandeiras é deixar mais claro para os consumidores os custos efetivos despendidos para a geração de energia elétrica, tornando a elaboração da fatura mais compreensível. Os custos a que se referem as bandeiras tratam da relação entre o valor que é pago pelo consumidor e o custo atualizado pago pelas geradoras de energia – mensalmente, uma parte dos custos adicionais incorridos na geração de energia é repassado às tarifas.
Desta forma, o sistema de bandeiras indica, mensalmente, se a energia estará mais cara ou mais barata – em função do custo extra que, em geral, ocorre quando se faz necessário o acionamento das usinas termelétricas para economizar água nos reservatórios.
Como no Brasil a maior parte da energia elétrica é gerada via usinas hidrelétricas, a incidência de chuvas e o nível de água nos reservatórios tornam-se fatores diretamente relacionados aos custos de geração. Quando o nível de água está baixo, torna-se necessário o acionamento de usinas termelétricas para, justamente, poupar a água dos reservatórios. Porém as termelétricas funcionam à base de combustíveis, como diesel, óleo combustível, carvão e gás natural – o que, consequentemente, impacta negativamente nos custos da geração energética.
O sistema de classificação das bandeiras tarifárias é por cores e de fácil compreensão. Atualmente, a bandeira verde indica baixos custos de geração de energia, logo, não haverá acréscimo nas faturas do mês; a bandeira amarela assinala que os custos estão começando a aumentar, e já começa a haver uma cobrança extra no valor de R$ 1,00 (um real) para cada 100KwH; e a bandeira vermelha aponta que a geração de energia no mês teve um custo mais elevado e, portanto, tem-se uma cobrança adicional de R$ 3,00 (três reais) para cada 100Kwh, no caso de o aumento ser patamar 01, ou cobrança adicional de R$ 5,00 (cinco reais), para patamar 02.
De acordo com o Relatório de Acionamento das Bandeiras Tarifárias, publicado pela ANEEL, em 2018 tivemos cinco meses de bandeira verde (de janeiro a abril, e agora em dezembro); dois meses com bandeira amarela (maio e novembro); e cinco meses com bandeira vermelha (de junho a outubro). Ou seja, em mais da metade dos meses, o consumidor final de energia elétrica precisou arcar com custos extras em sua fatura mensal.
E, como evitar ser impactado desta forma na obtenção de um serviço tão fundamental quanto o de fornecimento de energia elétrica? Procurando fontes alternativas! Atualmente, muito se fala sobre as energias chamadas renováveis que, além de sustentáveis, a médio e longo prazo dão um retorno bastante positivo ao bolso do consumidor.
Entre essas energias está a Energia Solar, que conta com uma fonte inexaurível de energia e que pode trazer economia de até 95% nas faturas de luz, além de não deixar o consumidor vulnerável a um sistema tarifário oscilante. Devido a suas inúmeras vantagens, a energia fotovoltaica está chegando a cada vez mais consumidores, sejam eles indústrias, comércios ou residências. Para conhecer um pouco mais sobre esta tecnologia limpa e de baixo custo, conheça a Entec Solar, especializada em Sistemas de Produção de Energia Solar Automatizado (Sistema Entec Solar) e em Sistemas Fotovoltaicos On-Grid.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA: COMO FUNCIONA?


A energia fotovoltaica é a transformação direta da radiação solar em eletricidade. Essa transformação ocorre em dispositivos chamados painéis fotovoltaicos. Nos painéis fotovoltaicos, a radiação solar excita os elétrons de um dispositivo semicondutor, gerando uma pequena diferença de potencial. A conexão em série destes dispositivos permite obter maiores diferenças de potencial, e com isso há geração de corrente elétrica.
Embora o efeito fotovoltaico fosse conhecido desde o século XIX, foi na década de 50 – em plena corrida espacial – quando os painéis fotovoltaicos começaram a experimentar um desenvolvimento importante. Inicialmente, usados ​​para fornecer eletricidade a satélites de comunicação geoestacionários, eles são, agora, uma tecnologia de geração renovável.
Uma das principais virtudes da tecnologia fotovoltaica é o seu aspecto modular, sendo capaz de construir desde enormes instalações fotovoltaicas no solo até pequenos painéis para telhados.
O efeito fotovoltaico é baseado na capacidade dos elétrons, em um material, de serem estimulados e promovidos em um nível de energia mais alto. A diferença entre os níveis, denominada gap, pode ser salva em certos materiais chamados semicondutores, pelos fótons que compõem a radiação solar.
Até muito recentemente, o desenvolvimento dessa tecnologia baseava-se, quase exclusivamente, na obtenção de materiais que permitissem uma melhor eficiência na conversão da energia solar em energia elétrica. Atualmente, os desenvolvimentos mais recentes passam por células com várias junções, que empilham células com diferentes lacunas ou concentração, que focaliza a radiação solar em direção a uma área específica, de modo que a quantidade de material semicondutor é menor.
É uma tecnologia que depende muito de pesquisas, principalmente dos materiais utilizados, portanto, no futuro, espera-se um aumento no desempenho das placas e, dessa forma, uma redução de custos.

Quais são os benefícios da energia fotovoltaica?

A energia elétrica gerada pelos painéis solares fotovoltaicos é inesgotável e não polui, o que contribui para o desenvolvimento sustentável, além de favorecer o desenvolvimento do emprego local. Da mesma forma, ele pode ser usado de duas maneiras diferentes: pode ser compensado para a rede elétrica ou pode ser consumido em locais isolados onde não há rede elétrica convencional.
Por esta razão, é um sistema particularmente adequado para áreas rurais ou isoladas onde a linha de energia não chega ou é difícil ou cara de instalar ou para áreas geográficas cujo clima permite muitas horas de sol por ano.
O custo de instalação e manutenção de painéis solares, cuja vida útil média é superior a 30 anos, diminuiu significativamente nos últimos anos, conforme a tecnologia fotovoltaica se desenvolve. Requer um investimento inicial e pequenas despesas operacionais, mas uma vez instalado o sistema fotovoltaico fornece energia livre e renovável.

Benefícios da energia fotovoltaica

  • É renovável
  • Inesgotável
  • Não poluente
  • Dimensionável de grandes usinas até sistemas residenciais
  • Adequado para áreas rurais ou isoladas
  • Contribui para o desenvolvimento sustentável
  • Incentiva o emprego local
É um tema muito interessante e atual que merece uma atenção especial. A Entec Solar produz um sistema de energia solar fotovoltaica para economia de energia elétrica nas indústrias, comércios e residências, que são os sistemas voltaicos on-grid que é o compartilhamento de energia com rede local da concessionária ,que gera créditos que podem ser usados posteriormente.

sábado, 8 de dezembro de 2018

ENERGIAS SOLAR E EÓLICA SÃO AS FORMAS DE GERAÇÃO ELÉTRICA MAIS BARATAS DO MUNDO


A energia solar e eólica costeira não subsidiadas se tornaram as fontes mais baratas de geração de eletricidade em quase todas as principais economias do mundo, incluindo a Índia e a China, segundo um novo relatório da Bloomberg New Energy Finance (BNEF).
O estudo, que compara os custos nivelados da eletricidade, mostrou que a energia Solar e eólica costeira (onshore) se tornaram as fontes de geração de energia mais baratas para todas as principais economias, exceto para o Japão.
Um custo nivelado de análise de energia leva em conta todos os fatores que determinam o que realmente custa para gerar eletricidade e entregá-la à tomada mais próxima.
Isso envolve uma gama de fatores, incluindo o custo do combustível, o custo de construir uma usina elétrica, o de construir e manter a rede elétrica, as políticas fiscais estaduais e federais e os incentivos disponíveis para todas as etapas envolvidas na obtenção da eletricidade para os consumidores.
Mesmo na Índia e na China, onde “não faz muito tempo que o carvão era o rei”, a energia solar e a eólica venceram o carvão com uma geração mais barata, de acordo com a análise da Bloomberg.
“Na Índia, as melhores usinas solares e eólicas agora são construídas pela metade do custo de novas usinas de carvão”, diz o estudo.
A contração do mercado na China, por causa da decisão do seu governo de não aprovar novas instalações de energia solar este ano, resultou em equipamentos baratos no mundo, levando o custo nivelado da fotovoltaica para US$ 60 / MWh (megawatt-hora) no segundo semestre deste ano, uma queda de 13% em relação ao primeiro semestre de 2018.
Na eólica costeira, o custo nivelado é agora de US$ 52 / MWh, uma queda de 6% em relação ao 1º semestre de 2018, graças às turbinas mais baratas e ao dólar mais forte, segundo a análise da BNEF, que mostra ainda que a fonte, em lugares como Índia e no Texas, chegou ao valor de US$ 27 / MWh.
Por razões não informadas, a eólica marítima (offshore) não foi incluída no relatório. Segundo alguns relatos, entretanto, ela pode ser ainda mais barata do que a energia eólica em terra.
De acordo com estimativas da BNEF, o segundo terawatt de capacidade eólica e solar combinada será alcançado em meados de 2023 e custará 46% menos que o primeiro.
Baseando nessa queda de custos das tecnologias renováveis, assim como a das baterias de armazenamento, a BNEF estima que a solar e eólica alcancem uma participação de 50% da geração elétrica mundial até 2050, segundo o seu relatório New Energy Outlook 2018.
Discursos floridos e protestos sinceros de políticos não serão suficientes para impedir a enxurrada de emissões de CO2 que se propagam pela atmosfera da Terra todos os anos, mas fatores econômicos sim. A era das energias renováveis ​​pode finalmente estar sobre nós, e nem um pouco cedo demais.
Por: Blue Sol