O sistema de bandeiras indica se a energia estará mais cara ou mais barata.
Em tempos em que a conta de luz pesa cada vez mais no bolso dos consumidores finais, muitos procuram compreender um pouco mais sobre como funciona a cobrança. Um dos aspectos a ser entendido é o “sistema de bandeiras” tarifárias. Neste artigo veremos como ele funciona.
Criado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o objetivo do sistema de bandeiras é deixar mais claro para os consumidores os custos efetivos despendidos para a geração de energia elétrica, tornando a elaboração da fatura mais compreensível. Os custos a que se referem as bandeiras tratam da relação entre o valor que é pago pelo consumidor e o custo atualizado pago pelas geradoras de energia – mensalmente, uma parte dos custos adicionais incorridos na geração de energia é repassado às tarifas.
Desta forma, o sistema de bandeiras indica, mensalmente, se a energia estará mais cara ou mais barata – em função do custo extra que, em geral, ocorre quando se faz necessário o acionamento das usinas termelétricas para economizar água nos reservatórios.
Como no Brasil a maior parte da energia elétrica é gerada via usinas hidrelétricas, a incidência de chuvas e o nível de água nos reservatórios tornam-se fatores diretamente relacionados aos custos de geração. Quando o nível de água está baixo, torna-se necessário o acionamento de usinas termelétricas para, justamente, poupar a água dos reservatórios. Porém as termelétricas funcionam à base de combustíveis, como diesel, óleo combustível, carvão e gás natural – o que, consequentemente, impacta negativamente nos custos da geração energética.
O sistema de classificação das bandeiras tarifárias é por cores e de fácil compreensão. Atualmente, a bandeira verde indica baixos custos de geração de energia, logo, não haverá acréscimo nas faturas do mês; a bandeira amarela assinala que os custos estão começando a aumentar, e já começa a haver uma cobrança extra no valor de R$ 1,00 (um real) para cada 100KwH; e a bandeira vermelha aponta que a geração de energia no mês teve um custo mais elevado e, portanto, tem-se uma cobrança adicional de R$ 3,00 (três reais) para cada 100Kwh, no caso de o aumento ser patamar 01, ou cobrança adicional de R$ 5,00 (cinco reais), para patamar 02.
De acordo com o Relatório de Acionamento das Bandeiras Tarifárias, publicado pela ANEEL, em 2018 tivemos cinco meses de bandeira verde (de janeiro a abril, e agora em dezembro); dois meses com bandeira amarela (maio e novembro); e cinco meses com bandeira vermelha (de junho a outubro). Ou seja, em mais da metade dos meses, o consumidor final de energia elétrica precisou arcar com custos extras em sua fatura mensal.
E, como evitar ser impactado desta forma na obtenção de um serviço tão fundamental quanto o de fornecimento de energia elétrica? Procurando fontes alternativas! Atualmente, muito se fala sobre as energias chamadas renováveis que, além de sustentáveis, a médio e longo prazo dão um retorno bastante positivo ao bolso do consumidor.
Entre essas energias está a Energia Solar, que conta com uma fonte inexaurível de energia e que pode trazer economia de até 95% nas faturas de luz, além de não deixar o consumidor vulnerável a um sistema tarifário oscilante. Devido a suas inúmeras vantagens, a energia fotovoltaica está chegando a cada vez mais consumidores, sejam eles indústrias, comércios ou residências. Para conhecer um pouco mais sobre esta tecnologia limpa e de baixo custo, conheça a Entec Solar, especializada em Sistemas de Produção de Energia Solar Automatizado (Sistema Entec Solar) e em Sistemas Fotovoltaicos On-Grid.

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